Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2018

MUSEU DO SURF | Entrada gratuita

O primeiro Museu de Surf em Portugal é na Costa da Caparica, foi inaugurado no dia 26 de Março de 2016 no fecho do Caparica Surf Fest desse ano.

 

A ideia surgiu de um grupo de amigos que tem a paixão do surf e que achou que este museu seria uma forma de divulgar e preservar a história desta modalidade, referiu Filipe Batista, um dos mentores do projeto e sócio fundador da recém-criada Associação da História e do Museu do Surf.

 

Neste museu podemos encontrar fotografias, pranchas e fatos vintage, troféus, revistas antigas, com especial destaque para o surf nacional, mas sem ignorar o material trazido por surfistas estrangeiros, que eram experimentados pelos “nossos” surfistas.

 

Filipe Batista conta que há muitas fotografias, pranchas antigas e pranchas recentes que marcam por serem inovadoras, temos uma quilha especial (uma Starfin) com uma dedicatória do surfista Cheyne Horan, temos fatos antigos, troféus, cartazes de provas incluindo o cartaz do primeiro campeonato nacional na Ericeira, realizado na década 70. Mas a equipa continua a reunir peças, por isso quem quiser e tiver material para contribuir envie um email para o endereço ahmsurf@gmail.com com a descrição do que têm disponível.

 

Localização

Av. General Humberto Delgado, nº 47

Costa da Caparica

1.º andar da loja de surf do Lufi

 

Entrada gratuita!

 

Fonte: www.boasnoticias.pt


publicado por gruponet às 20:00

editado por gruponet em 24/01/2018 às 09:23
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017

MIMO Festival Amarante traz artistas de referência pela primeira vez a Portugal

Jards Macalé :: ALA.NI :: Anne Paceo :: Girma Bèyènè & Akalé Wubé

A cidade de Amarante volta a ser palco do MIMO Festival Amarante que se realiza de 21 a 23 de julho e conta com 52 atividades, entre música, cinema, programa educativo, fórum de ideias e poesia. Da programação fazem parte músicos de 10 nacionalidades (de Portugal, do Brasil, de França, da Etiópia, dos Camarões, de Cuba, dos EUA, de Inglaterra, de Cabo Verde e do Mali), alguns deles em estreia absoluta no nosso país, como é o caso do brasileiro Jards Macalé, da inglesa ALA.NI, da francesa Anne Paceo e do etíope e franceses Girma Bèyènè & Akalé Wubé.

 

JARDS MACALÉ

Dia 21 de julho | 20h30 | Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso
Com mais de 50 anos de carreira, o cantor e compositor carioca estreia-se em Portugal num momento de grande reconhecimento e visibilidade de sua obra. Autor de sucessos gravados por Maria Bethânia, Gal Costa, Elizeth Cardoso, Nara Leão, Luiz Melodia e O Rappa, Jards Macalé foi diretor musical do álbum "Transa" que Caetano Veloso editou no exílio em Londres, em 1972.
Considerado um cantor maldito, tal como Tom Zé, o músico brasileiro de 74 anos apresenta-se no MIMO com uma banda composta por músicos da nova geração para recordar canções marcantes como “Vapor barato”, “Negra melodia”, “Hotel das Estrelas”, "Mal secreto", “Let’s play that”, “Farinha do desprezo” e “Movimento dos barcos”, entre outras.

 

Festival MIMO Cinema |  Cinema Teixeira de Pascoaes
“Jards”, de Eryk Rocha (documentário) - 22 de julho | 17h30
"Tira os óculos e recolhe o homem" - 23 de julho | 17h30

 

Fórum de Ideias | Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso
Palestra "Eu não preciso de muito dinheiro!" - 23 de julho | 18h00

 

ALA.NI

Dia 23 de julho | 20h00 | Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso
Inspirada pelo jazz e os musicais americanos dos anos 30 e 40, por vozes como as de Billie Holiday e Judy Garland, a artista londrina, de origem caribenha, é considerada uma revelação no cenário musical europeu. Em digressão com o álbum de estreia, “You & I”, ALA.NI estreia-se em Portugal no MIMO Amarante, ao lado do guitarrista Marvin Dolly.
Depois de ter sido vocalista de Andrea Bocelli e Mary J. Blige, foi encorajada por Damon Albarn (Blur e Gorillaz) a lançar-se a solo. Em 2015 surpreendeu com os EPs “Spring”, “Summer”, “Autumn” e “Winter”, passando a ocupar espaço nobre em importantes publicações.
Com uma voz incrível e um sentido estético apurado, ALA.NI é uma artista completa, com experiência no mundo da dança e da moda. Em palco, tem uma presença arrebatadora. É romântica, amante da art déco e colecionadora de coisas antigas, veja-se o microfone que usa em palco, a fazer lembrar as cantoras de rádio antigas.

 

Programa Educativo | 22 de julho | 15h00 | Centro Cultural de Amarante
Workshop Música e Imagem - "Come to me - The cyanotype project"

 

ANNE PACEO

Dia 22 de julho | 20h30 | Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso
Em destaque na cena jazzística francesa, tem quatro álbuns aclamados pela crítica e venceu importantes prémios como o Django de Ouro de “novo talento”, em 2010; e dois Victoires du Jazz, o primeiro em 2011 na categoria “revelação do ano”, e o segundo, em 2016, como “artista de jazz do ano”. Na estreia em Portugal, Anne Paceo vai apresentar o mais recente "Circles" com a cantora Leïla Martial, o saxofonista Émile Parisien e o tecladista Tony Paeleman.
Conhecida pelo seu "groove orgânico, poético e inspirado", descreve a crítica, Anne Paceo começou a tocar bateria com apenas 10 anos e aos 14 participou no festival “Les enfants de Barcelonnette”. Aos 19 já partilhava o palco com grandes nomes do Jazz e da world music e, durante os estudos no Conservatório de Paris, cruzou-se com o contrabaixista Charlie Haden, o baterista Billy Hart, a cantora Dianne Reeves e o saxofonista Kenny Garrett.
Cheia de talento e musicalidade, tem uma forma particular de se expressar. É incansável, já atuou em 40 países, e criou laços com músicos de várias áreas, do jazz à pop, da clássica à world music.

 

Programa Educativo |21 de julho | 15h00 | Centro Cultural de Amarante
Workshop "A bateria no Jazz da atualidade"

 

GIRMA BÈYÈNÈ & AKALÉ WUBÉ

Dia 22 de julho | 20h00 | Parque Ribeirinho
Titã do ethio-jazz, como definiu o Washington Post, o cantor e pianista Girma Bèyènè ressurge no panorama da música internacional ao lado do quinteto parisiense Akalé Wubé, com o álbum “Mistakes on purpose”, lançado em janeiro.
O artista veterano de Adis Abeba, que se consagrou também como compositor e arranjador na Era de Ouro da música etíope moderna, desde que surgiu na década de 60, foi um dos mais criativos e produtivos de sua geração. Afastado dos palcos desde o início dos anos 80, altura em que se exilou nos EUA após a queda de Haïlé Sélassié, Girma Bèyènè foi redescoberto pelo produtor francês Francis Falceto, fundador da maravilhosa coleção “Ethiopiques” - da qual também fazem parte Alemayehu Eshete, Asnaketch Worku, Mahmoud Ahmed, Mulatu Astatke e Tilahun Gessesse -, que o apresentou ao quinteto Akalé Wubé e, juntos, editaram "Mistakes on purpose", um disco cheio de beleza e do swing do ethio-jazz.

 

Programa Educativo | 22 de julho | 11h00 | Centro Cultural de Amarante
Workshop "Ethio-jazz, a música da Etiópia", por Akalé Wubé

 

Mas há mais, muito mais.

O norte-americano Herbie Hancock; o brasileiro Rodrigo Amarante; o inconfundível Manel Cruz; os tuaregues Tinariwen; a sedutora Céu; o brasileiro Hamilton de Holanda & O Baile do Almeidinha convidam a cabo-verdiana Mayra Andrade; os pernambucanos Nação Zumbi; o contrabaixista africano e os cubanos Richard Bona & Mandekan Cubano; o fadista Ricardo Ribeiro; os regressados Três Tristes Tigres; o pianista Filipe Raposo; e o Quarteto Arabesco que vai partilhar o palco com Pedro Jóia e Coro da Câmara de Lisboa.

Além da música, fazem parte integrante do cartaz o Festival MIMO de Cinema que estreia em Portugal "Chico Science - Um Caranguejo Elétrico", de José Eduardo Miglioli, e conta ainda com "Vinicius de Moraes - Um Rapaz de Família" de Suzana Moraes, “Tim Maia” de Mauro Lima, “Mudar de Vida: José Mário Branco, Vida e Obra” de Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo, “I Love My Label – Discotexas” de António Sabino, Pedro Gonçalves e Igor Martins; o Programa Educativo com workshop de Anne Paceo, ALA.NI, Rafael dos Anjos, oficina de Walter Areia e uma masterclasse com Pedro Jóia; o Fórum de Ideias com palestras de Manel Cruz, Nação Zumbi, Ricardo Ribeiro e Jards Macalé; a Chuva de Poesia com textos de poetisas de todo mundo como a nossa Sophia de Mello Breyner Andresen, as brasileiras Ana Cristina César e Hilda Hilst, a russa Marina Tsvietáieva, a norte-americana Emily Dickinson, a grega Safo e a indiana Rupi Kaur; e um Roteiro Cultural Guiado que visita a história, a tradição e a natureza de Amarante.
Abertas à comunidade de músicos e ao público em geral, as atividades do Programa Educativo e do Fórum de Ideias requerem uma inscrição prévia dada a limitação dos espaços onde se realizam. Os interessados devem inscrever-se em mimofestival.com até 9 de julho.

De acesso gratuito, o MIMO Festival Amarante realiza-se de 21 a 23 de julho no Parque do Ribeirinho, Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso, Igreja de São Gonçalo, Igreja de São Pedro, Centro Cultural de Amarante e Cinema Teixeira de Pascoaes.

Novidade este ano é o apoio da Santa Casa Misericórdia de Lisboa e a criação do programa "MIMO Sem Barreiras" que tem como objetivo facilitar a acessibilidade, a integração e a mobilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, durante o festival em Amarante. 

Depois do sucesso da edição de 2016, que contou com a participação de 24 mil pessoas, o MIMO Festival está a trabalhar para melhorar a experiência de todos os que visitam Amarante nestes três dias.

O MIMO Festival tem como promotores a Turismo do Porto e Norte de Portugal, Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e Câmara Municipal de Amarante e conta com o patrocínio da Santa Casa Misericórdia de Lisboa. A Fundação Millennium BCP é mecenas do Programa Educativo.

 

IN: www.cm-amarante.pt


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Sábado, 8 de Julho de 2017

4 Prémios Jovens Músicos, 4 violoncelos

Sábado

15 de Julho de 2017

18:00 h

 

Quatro Prémios Jovens Músicos, quatro violoncelos históricos. Marco André Fernandes Pereira (violoncelo Galrão, 1769), Fernando Costa (violoncelo Galrão, 1781), Teresa Valente Pereira (violoncelo Lockey Hill, 1800) e Gonçalo Lélis (violoncelo Dinis, 1797) são os rostos do próximo concerto do ciclo ‘Um Músico, Um Mecenas’ subordinado ao tema “Sons da História”. Obras de Fitzenhagen, Wagner, Schumann, Albeniz e Penella, entre outros. A entrada é livre.

 

 

SOBRE OS MÚSICOS-MECENAS

 

MARCO ANDRÉ FERNANDES PEREIRA é violoncelo solo / chefe de naipe na Orquestra Gulbenkian. Estudou na Academia Nacional Superior de Orquestra com Paulo Gaio Lima, onde finalizou com 20 valores, e posteriormente em Madrid, na Escuela Superior de Musica Reina Sofia, com Natalia Shakovskaya. Durante este percurso teve a oportunidade de trabalhar com os maiores mestres do violoncelo, como por exemplo, Natalia Gutman, Gary Hoffman, Phillipe Muller, Ivan Moneghetti, entre muitos outros.

É o membro fundador do quarteto de cordas de Matosinhos. Este quarteto foi nomeado “Rising Stars” na temporada 2015/2016 da ECHO, onde teve oportunidade de fazer uma série de concertos pelas principais salas da Europa tais como Barbican (Londres), Concertgebouwn (Amsterdão), Musikverein (Viena).

 

A título individual, Marco Pereira fez inúmeros concertos a solo, recitais e concursos que impulsionaram a sua carreira, conquistando um lugar de prestígio no meio musical português e internacional. Dos concursos pode destacar-se o concurso JMP onde foi vencedor de Música de Câmara em 1999 e Violoncelo – nível superior, em 2003, ano em que conquistou também o “prémio Maestro Silva Pereira”. A nível internacional destaca-se o 1.º prémio no "Liezen International Wettbewerb für Violoncelo" na Austria, na categoria "III Konzert". Venceu também o 1.º premio no "VI Certamen de Musica de Camara del Sardinero" em Santander, em 2006. Foi também laureado no Concurso de Interpretação do Estoril, Júlio Cardona, entre outros. Apresentou-se a solo com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Joensuu Orchestra (Finlândia), Orquestra do Atlantic Music Festival (E.U.A.), entre outras.

 

Gravou para a etiqueta Sony, a sonata de Beethoven n.º 5 em Ré Maior, op. 102 para violoncelo e piano com o pianista Miguel Angel Ortega. Foi professor de violoncelo na Universidade de Aveiro e Universidade do Minho. É professor na ANSO, “D’Addario Bowed Artist”, e “faculty artist” do Atlantic Music Festival – Watterville (E.U.A.), desde 2011.

 

FERNANDO COSTA tem-se afirmado nos últimos anos como “um valor seguro da nova geração de intérpretes em Portugal” (Casa da Música, Porto), somando alguns prémios de prestígio à sua carreira. As suas performances são marcadas por uma forte presença em palco, combinando um estilo dinâmico e impulsivo com a sua expressividade e sensibilidade musicais.

 

Violoncelista português, nascido em 1991, iniciou os seus estudos de violoncelo com Valter Mateus. Em 2013 terminou a sua Licenciatura com classificação máxima, na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo no Porto, na classe de violoncelo de Jed Barahal e, em 2015, conclui o Mestrado em Performance Musical, sob a orientação do prestigiado violoncelista António Meneses, na Hochschule der Künste Bern, na Suiça.

 

Foi laureado em variados concursos, entre os quais se destaca a obtenção do 1.º Prémio "Prémio Jovens Músicos 2011", Violoncelo, Nível Superior; 1.º Prémio "Concurso Internacional de Santa Cecília" (2011); 1.º Prémio "Prémio Helena Sá e Costa, 2012"; 1.º Prémio em ConCursos 2012 (música de câmara), 2.º Prémio "Prémio Jovens Músicos" 2012 e 2013, Música de Câmara, Nível Superior. Fernando, apresenta-se tanto a solo como em música de câmara, tendo, atualmente, uma regular atividade musical em Portugal e no estrangeiro. De recentes projetos, destacam-se as tours pelo Canadá e África do Sul e a participação em Festivais como em Portugal, Espanha, França, Holanda e Itália. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2013 e 2015 e é, atualmente, representado pela KNS Artists, tendo sido publicado recentemente o seu CD de estreia “Après un rêve”, para a KNS Classical.

 

TERESA VALENTE PEREIRA, violoncelista, nasce em Lisboa. Inicia o estudo do violoncelo com Alberto Campos e Maria José Falcão, termina com distinção a licenciatura em Instrumentista de Orquestra na classe de Paulo Gaio Lima. Apoiada por instituições como a Fundação Gulbenkian, Carolina e o DAAD, prossegue o seu aperfeiçoamento na “Escuela Superior de Música Reina Sofia” com Natalia Shakovskaya, recebendo o diploma de aluna destacada em violoncelo e música de câmara (classe de Rainer Schmidt). Termina a sua formação na Folkwang Hochschule com Christoph Richter. Outros músicos como Walter Levin, Ferenc Rados, Xavier Gagnepain, Emmanuel Hieaux exerceram uma grande influência na sua personalidade artística. Recebeu vários prémios e distinções, entre outros, no Concurso Internacional do Estoril e Concurso Internacional “Júlio Cardona”, Prémio Jovens Músicos, Prémio Revelação Ribeiro da Fonte do Ministério da Cultura e Prémio da Crítica e “Palau de la Musica”. Como solista, são de destacar as interpretações junto às orquestras Gulbenkian, Metropolitana e Orquesta da ESM Reina Sofia, entre outras, apresentando-se em algumas das mais importantes salas e festivais também como integrante de grupos de música de câmara, como o Quarteto Albeniz ou o Quarteto Valente. Com Bruno Belthoise realizou a primeira gravação mundial da Sonata de Armando José Fernandes. Grava regularmente para a RDP-Antena 2 e RNE Clasica. É solista de violoncelos da Orquestra Sinfónica de Bilbao desenvolvendo paralelamente uma intensa atividade artística com o Trio Pangea do qual é membro fundador.

 

GONÇALO LÉLIS nasceu em 1995 em Aveiro, iniciando os seus estudos musicais no Conservatório de Música desta mesma cidade na classe de violoncelo da Professora Isabel Boiça. Paralelamente, em 2009 começou a ser orientado por Pavel Gomziakov. Em 2013 é admitido na prestigiada Escuela Superior de Musica Reina Sofia em Madrid, onde estudou com os professores Natalia Shakhovskaya e Ivan Monighetti até 2016.

 

Frequentou masterclasses com músicos como Natalia Gutman, Heinrich Schiff, Truls Mork, Gary Hoffman, Lluis Claret, Maria de Macedo, Ralph Gothoni, Valentin Erben, Wolfgang Emanuel Schmidt, entre outros.

 

Em orquestra tocou sob a batuta de maestros como Andras Schiff, Peter Eotvos, Stefan Lano Jesus Lopez-Cobos ou Josep Pons. É membro do Trio Ramales, apresentando-se regularmente em concertos por toda a Espanha.

 

Em 2015 obteve o primeiro prémio no concurso Prémio Jovens Músicos na categoria violoncelo nível superior, assim como o Prémio União Europeia dos Concursos Musicais para Jovens (EMCY) e em 2016 o primeiro prémio no Concurso Vasco Barbosa.

 

 

 

SOBRE O CICLO “UM MÚSICO, UM MECENAS”

 

“Um Músico, Um Mecenas” é um ciclo de concertos de entrada livre organizado pelo Museu Nacional da Música e que tem como objetivo divulgar o importante acervo do Museu, dando voz a tesouros nacionais e instrumentos de valor histórico único da sua coleção, considerada uma das mais ricas da Europa.

 

Os concertos deste ciclo são autênticas viagens a este espólio, conduzidas por grandes intérpretes nacionais e internacionais, que dão a conhecer os instrumentos através de concertos comentados e de uma contextualização histórica estendida, muitas vezes, ao repertório escolhido.

 

A interpretação, a necessária manutenção dos instrumentos musicais e a comunicação da história de cada um deles são fatores intimamente ligados e que resultam numa ação concertada entre o Museu Nacional da Música e os Mecenas do ciclo (músicos, construtores / restauradores e outros parceiros).

 


«UM MÚSICO, UM MECENAS 2017»

 

13 de Maio
Guitarra portuguesa de Kim Grácio (c. 1959)
António Chainho 
por António Chainho

 

18 de Maio
Violoncelo Stradivarius Chevillard - Rei de Portugal (1725) e piano Bechstein (1925)
Maria José Falcão e Anne Kaasa 
Boccherini, Chopin e Franck

 

10 de Junho
Tiorba Matheus Buchenberg (1608)
Helena Raposo e Orlanda Velez (soprano)
Dowland, Purcell, Caccini e Monteverdi

 

15 de Julho
Violoncelos Galrão (séc. XVIII), Violoncelo Lockey Hill (séc. XIX) e Violoncelo Dinis (séc. XVIII) 
Prémio Jovens Músicos: Marco Pereira, Fernando Costa, Teresa Valente Pereira, Gonçalo Lélis
Sons com história

 

9 de Setembro
Cravo Antunes (1758)
Tony Millán (Espanha)
Música ibérica para cravo do século XVIII

 

1 de Outubro
Violoncelo Stradivarius Chevillard - Rei de Portugal (1725) e piano Bechstein (1922)
Filipe Quaresma e António Rosado 
Franck e Bach

 

4 de Novembro
Piano Bechstein (1925), Violino Galrão e Violoncelo Lockey Hill (séc. XIX)
Duarte Pereira Martins, Daniel Bolito, Nuno Cardoso
Haydn e Schubert

 

22 de Novembro
Cravo Antunes (1789)
José Carlos Araújo
Música portuguesa do séc. XVIII

 

2 de Dezembro
Violoncelo Galrão do Rei D. Luís (1769), Pianoforte Van Casteel (1763)
Diana Vinagre e Miguel Jalôto
Tormentos, congojas y tristezas

 

IN: http://www.museunacionaldamusica.gov.pt


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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017

Lisbon Music Fest

Sexta-feira

14 de Julho de 2017

19:00 h

 

O Museu Nacional da Música acolhe o concerto do José Saramago Ensemble Jovem, integrado na programação da 3.ª edição, do Lisbon Music Fest, da qual é parceiro. A entrada é livre.

 

Na sua 3.ª edição, o Lisbon Music Fest conta com um cartaz de qualidade, incluindo algumas das mais prestigiadas orquestras, coros e ensembles de jovens músicos nacionais e de países como Inglaterra, Irlanda, Suíça, Israel, Estados Unidos, Taiwan e Hong Kong. Além do Museu Nacional da Música, acolhem também concertos de entrada livre o Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional de São Carlos, Palácio Nacional da Ajuda, Palácio Foz, Universidade de Lisboa, Escola Superior de Música de Lisboa, Sociedade Portuguesa de Arqueologia (Convento do Carmo), Fundação Oriente, Mosteiro da Batalha, entre outros.

 


SOBRE O JOSÉ SARAMAGO ENSEMBLE JOVEM

 

Constituído por jovens músicos portugueses, o José Saramago Ensemble Jovem nasce, em jeito de homenagem, a José Saramago, prémio Nobel da Literatura. 

O JSEJ é um projeto musical idealizado por Manuel de Almeida Ferrer e Marisa Silva, que desafiaram um grupo de jovens músicos portugueses, com destaque no panorama musical, que, abraçando um vasto repertório, oferece ao público uma experiência diversificada. 

Pretende-se promover a qualidade instrumental e artística bem como a entrega a um projeto que visa dinamizar e criar espaços para a realização de música de câmara. O JSEJ distingue-se ainda pela sua versatilidade, possibilitando um leque diverso de grupos de música de câmara – desde duos até sextetos ou mais.

Reunindo a experiência, a paixão e a personalidade de cada membro e tendo Lisboa como cidade de encontro, o JSJE tem como objetivo a apresentação de recitais, possibilitando o encontro entre os mais diversificados públicos e lugares.

 

+INFO: http://www.josesaramagoensemblejovem.com

 


PROGRAMA

 

G. LEKEU (1870-1894) - Sonata para Violino e Piano em Sol Maior
I. Très modéré - Vif et passioné
II. Très lent
III. Très animé

 

Francisca Portugal, violino
Mariana Godinho, piano

 

M. RAVEL (1875-1937) - 5 Melódies populaires grecques
I. Chanson de la mariée. Moderé
II. Là-bas, vers l'église. Andante
III. Quel galant m'est comparable. Allegro
IV. Chanson des cueilleuses de lentisques. Lento
V. Tout gai!. Allegro

 

Rita Morais, soprano
Mariana Godinho, piano

 

R. STRAUSS (1864-1949) - Lieder, Op.27
IV. Morgen!

 

Rita Morais, soprano
Francisca Portugal, violino
Mariana Godinho, piano

 

IN: www.museunacionaldamusica.gov.pt

 


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Sexta-feira, 30 de Junho de 2017

Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal | De 3 a 5 de Julho, em Lisboa, Ciência 2017

Marque na sua agenda: De 3 a 5 de Julho, em Lisboa, Ciência 2017 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal

 

Ciência 2017 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal, a mais importante e diversificada reunião nacional de investigadores de diferentes instituições e áreas do conhecimento, regressa ao Centro de Congressos de Lisboa, de 3 a 5 de Julho. Esta edição tem como país convidado a Índia.

A abertura dos trabalhos terá lugar no dia 3 de Julho, segunda-feira, às 09.30, na presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, e do Presidente da Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, Alexandre Quintanilha. Entre vários oradores convidados do primeiro dia destaca-se o responsável científico da Agência Espacial Indiana, P.G. Diwakar.

O encontro irá reflectir os principais temas e desafios que orientam a actividade da comunidade científica portuguesa, juntando no mesmo fórum mais de 400 oradores, 6 sessões plenárias, 60 sessões paralelas, mais de 700 posters de alunos de doutoramento e milhares de participantes. Haverá ainda 50 demonstrações onde os participantes poderão conhecer, de uma forma prática e por vezes lúdica, projectos de investigação em curso. As sessões plenárias focam desafios específicos da ciência em Portugal e contam com a participação de figuras de referência, nacionais e estrangeiras.

Consulte o programa detalhado.

A Ciência Viva participa em quatro sessões dedicadas ao espaço, ao turismo do conhecimento, à agricultura sustentável e às competências digitais. Também este ano algumas sessões científicas serão abertas por jovens estudantes que participaram em projectos e iniciativas Ciência Viva.

Este encontro anual, aberto a toda a comunidade científica, empresas, decisores políticos e ao público em geral tem entrada livre.

Reserve já o seu lugar.

A edição deste ano assinala os 50 anos da criação da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica e os 20 anos da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Esta iniciativa conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e é organizado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia em colaboração com a Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência. Tem como Comissário Luís Magalhães, que foi o 1.º Presidente da Fundação da Ciência e Tecnologia.

 

www.cienciaviva.pt


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