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Cultura para Todos!

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Festival Atalaia Artes Performativas arranca a 29 de junho no Baixo Alentejo

Um tesouro das artes performativas no interior alentejano

 

Descentralizar e partilhar a produção artística contemporânea é a principal missão do Atalaia Artes Performativas, a decorrer em Ourique e Aljustrel, entre 29 de junho e 8 de julho.

 

O festival resulta de um programa de residências de criação em que participaram 12 artistas – a solo, em dupla ou em coletivo –, perfazendo um total de 8 projetos previamente selecionados por um júri especializado e através de concurso internacional. O denominador comum é - para além da qualidade artística, técnica e conceptual - o envolvimento com a região do Baixo Alentejo e com a comunidade local.

 

Museus imateriais da cultura alentejana em forma de performance, esculturas mutantes e ambulantes, sacos de pão feitos objetos artísticos mas sem perder a função. Arte e vida imiscuem-se assim para questionar o sentido de comunidade, a efemeridade e a ideia de autor na contemporaneidade pelo olhar desses que chegam um pouco de todo o mundo (Itália, República Checa, EUA, Reino Unido, Portugal, Venezuela, Coreia do Sul, México).

 

Apesar do nome da iniciativa, a programação artística, a cargo de Ana Nobre, não se limita às artes performativas ditas convencionais, como a performance, a dança ou o teatro. O AAP dá também palco à interdisciplinaridade e à experimentação promovendo o diálogo entre os diversos meios, incluindo projetos artísticos que cruzam a música, o vídeo e a instalação.

 

Ao longo de sete dias, as vilas de Ourique e Aljustrel tornam-se um centro das artes contemporâneas, acolhendo vários espetáculos, sessões de cinema, concertos e conversas, todos com entrada livre.

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