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Cultura para Todos!

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Dia Mundial do Teatro no Teatro do Bairro

com cinema de João Botelho e poesia do Poeta Armando

 

Sexta-feira, 27 de março. Entrada livre.

 

Um documentário de João Botelho sobre os ensaios da peça de teatro “Moby Dick”, encenada por António Pires em 2007 para o Teatro São Luiz, seguido de um espetáculo de improviso pelo ator Cláudio da Silva sobre o Poeta Armando. No Dia Mundial do Teatro, o Teatro do Bairro junta-lhe o cinema e a poesia. A entrada é livre.

 


 22h: “A Baleia Branca - Uma Ideia de Deus”, de João Botelho

Documentário sobre a peça de teatro “Moby Dick”, com texto de Herman Melville, adaptação de Maria João Cruz e encenação de António Pires, para o Teatro São Luiz, em 2007. O elenco era encabeçado por Maria Rueff e Miguel Guilherme, contando também com Graciano Dias, João Barbosa, José Airosa, Miguel Borges, Milton Lopes, Ricardo Aibéo e Rui Morisson.

“Navegar, ao sabor do vento dos acidentes, que me agitará consoante a direcção em que soprar, ao lado de um desesperado e corajoso grupo de teatro que se atreve a pôr em cena uma das maiores obras literárias da civilização ocidental: a narrativa demencial e desmedida, a aventura sangrenta e sagrada da caça a Moby Dick, a baleia branca, criada pelo génio de Herman Melville. Ao lado de todas as emoções da narrativa ímpar de Melville, são essas ideias conceptuais e abstractas, que põem em causa o mundo mas que o fazem mover, que o teatro pode roubar e transformar para as colocar ao alcance de qualquer um de  nós. Emoções e ideias, não é disso que os espectadores são ávidos?”     
João Botelho

 


23h: Cláudio da Silva apresenta Poeta Armando2015

 

Uma sessão de improviso em formato de café-teatro, em que o ator Cláudio da Silva apresenta o Poeta Armando. A primeira de uma série de sessões que, ao longo das quintas-feiras de abril e maio, decorrerão no Teatro do Bairro e que, mais tarde, darão origem a um espetáculo encenado por António Pires, com o contributo dos espectadores.

Sei que deves estar a estranhar ainda não ter dito nada nem aparecido mas de onde venho as coisas que há para dizer são de outro lugar. Mas, não temas... Não foi em vão que nos quisemos encontrar” – sms de Armando.

“Armando é um poeta. Queria apresentá-lo porque vale a pena. Antes que morra, é um poeta vivo. Ele é a sua poesia. Armando nasceu na Malveira. Não é a Malveira da Serra de Sintra, é a Malveira dos Bois. Armando vive na Tintuaria para, disse-me ele, resolver questões de índole artística e comercial. “Os negócios e a arte precisam de pintar”. Armando não está interessado em autorias nem edições. Aprendeu que pode roubar e ser roubado, enganar e ser enganado e isso faz parte da viagem. Por isso é tão difícil fazê-lo aparecer. Às vezes não aparece sequer, mas confio sempre que virá.”