Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

culturALL

Cultura para Todos!

culturALL

Cultura para Todos!

Cláudio da Silva apresenta Poeta Armando

Quintas-feiras

9 de abril a 21 de maio

23h15

Teatro do Bairro

Entrada Livre

 

Sei que deves estar a estranhar ainda não ter dito nada nem aparecido mas de onde venho as coisas que há para dizer são de outro lugar. Mas, não temas... Não foi em vão que nos quisemos encontrar” – sms de Armando.


Oito sessões de improviso em formato de café-teatro, em que o ator Cláudio da Silva apresenta o Poeta Armando. Um poeta da palavra dita, que acredita que a poesia não pode ser aprisionada no papel. Depois da primeira sessão no Dia Mundial do Teatro, seguem-se mais sete, ao longo destas quintas-feiras de abril e maio, agora com convidados especiais e o DJ Jari Marjamäki a encerrar a noite. Uma performance que vai evoluindo de dia para dia e que, mais tarde, dará origem a um espetáculo encenado por António Pires, com estreia prevista para novembro.

“Armando é um poeta. Queria apresentá-lo porque vale a pena. Antes que morra, é um poeta vivo. Ele e a sua poesia estão vivos. Pelo menos é o que parece. E como à mulher de César não basta ser, aqui começamos pelo parecer. O poeta Armando, que eu, o actor Cláudio da Silva, insisto em apresentar, parece mas nem sempre aparece. 'Não sou autor nem quero ficar prisioneiro numa folha de papel', disse-me. Eu, Cláudio da Silva, criei este evento para partilhar convosco a descoberta desta voz neste país tradicionalmente silencioso. Mas, como outros, o poeta teima em não aparecer. Corre o boato de que está morto mas, para já, é só isso, má-língua. No entanto, para evitar o aborrecimento indesejado daqueles que têm a gentileza de aparecer nestas sessões de entrada livre no Teatro do Bairro, resolvi, eu, o actor Cláudio da Silva, convidar alguns amigos artistas que nos fazem a todos passar um serão mais agradável e inteligente. Terei o gosto de receber o poeta, amparado pela companhia e colaboração artística de João Samões, Paulo Botelho Menezes, Joana Bergano e João Galante, entre outros. Assim, nem vocês, público, nem o poeta, vão poder sentir-se sozinhos, se aparecerem.”

Cláudio da Silva