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Almada | Comemoração do Dia Mundial do Livro - Venha Festejar o Livro em Liberdade

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Esta data foi escolhida com base na tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge, e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do heroico cavaleiro. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em abril de 1616.
   
Em 2017, e porque se comemoram os 150 Anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas quis relacionar o Dia Mundial do Livro com esta efeméride, incitando à leitura e celebrando o livro como um hino à vida.
   
O cartaz, um cartoon com conceção e design da ilustradora e cartoonista Cristina Sampaio, pretende mostrar simbolicamente que o livro e a leitura são fatores fundamentais para o crescimento económico, político, social e cultural, e que se encontram na base da cidadania plena.
 
 
Dia: 22 de abrilApresentação do livro Os rapazes dos tanques_g
Horário: 15h30
Local: Setor Adultos
 
Comemoração do Dia Mundial do Livro - Venha Festejar o Livro em Liberdade
Apresentação do livro “Os rapazes dos tanques” de Alfredo Cunha e Adelino Gomes, moderado por João Morales com a presença do autor Adelino Gomes
 
Os Rapazes dos Tanques oferece-nos imagens e testemunhos exclusivos dos homens que estiveram frente a frente no Terreiro do Paço e no Carmo, no dia 25 de Abril de 1974. As fotografias de Alfredo Cunha e as entrevistas conduzidas por Adelino Gomes levam-nos a (re)viver aquelas horas e a percebermos as dúvidas, os receios, a ansiedade, a tensão, a esperança, as alegrias vividas por cidadãos que, depois desse dia, regressaram, na maior parte dos casos, ao anonimato. E a conhecer, também, o olhar que esses homens têm sobre o país quarenta anos depois.
Este livro dá voz, pela primeira vez, a furriéis e cabos que não obedeceram às ordens de fogo do brigadeiro comandante das forças fiéis ao regime - um ato de justiça aos que estando, numa primeira fase, na defesa do regime arriscaram a vida e souberam estar à altura do desafio.
Os Rapazes dos Tanques é uma homenagem aos homens da Cavalaria que acabaram com 48 anos de ditadura, em especial, ao capitão Salgueiro Maia.
  
Adelino Gomes (n. 1944) exerceu a atividade quotidiana de jornalista durante 42 anos, na rádio, na televisão e na imprensa escrita e foi provedor do ouvinte da RDP (2008-2010). É coautor, com Paulo Coelho e Pedro Laranjeira, do duplo álbum O dia 25 de Abril, relato dos acontecimentos militares no Terreiro do Paço e no Largo do Carmo (sucessivamente reeditado). É docente na pós-graduação em Jornalismo do ISCTE-IUL/Media Capital (Estudos Críticos e Deontologia dos Media) e investigador associado do CIES-IUL.
   
Alfredo Cunha nasceu em 1953. Começou sua carreira profissional em fotografia publicitária em 1970 e como fotojornalista no Notícias da Amadora em 1971. Trabalhou no jornal O Século e n'O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa ANOP (1977) e nas agências de notícias Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo e editor-chefe no Público entre 1989 e 1997, quando decidiu juntar-se ao grupo Edipresse como fotógrafo-chefe. Em 2000, começou a trabalhar na revista Focus. Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa “Por Outro Lado”, da RTP2. Foi o fotógrafo e editor-chefe do Jornal de Notícias entre 2003 e 2009 e diretor fotográfico da Global Imagens entre 2010 a 2012. Atualmente trabalha como freelancer e está desenvolvendo vários projetos editoriais.
Fotografou o 25 de Abril de 1974 em Portugal. Pouco depois, viajou por Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde, fotografando a descolonização Portuguesa.
Publicou alguns dos livros de fotografia, entre os quais Raízes da Nossa Força (1972), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café (1996) Porto de Mar (1998), 77 Fotografias e um Retrato (1999), Cidade das Pontes (2001), Cuidado com as crianças (2003), Cortina dos Dias (2012), O Grande Incêndio do Chiado (2013) e Os Rapazes dos Tanques (2014).
   
João Morales (n. Lisboa; 1970) começou no jornalismo em 1993, no Diário de Notícias. Publicou na revista Correio de Domingo e pertenceu ao diário A Capital, entre 1996 e 1999. Integrou a Gazeta de Lisboa (semanário publicado em 2000) o Meios & Publicidade e foi editor da revista Media XXI. Entre 2004 e Março de 2012 dirigiu a revista Os Meus Livros. É colaborador da Time Out. Durante alguns anos, fez a cobertura de concertos de Jazz (Jazz em Agosto; Jazz Im Goethe Garten; Culturgest) para o Diário Digital. Tem artigos em outras publicações, como a revista Colóquio Letras, Dirigir (do IEFP), Revista do Montepio, The Pfizer Journal, Jornal Inside ou Memória Alentejana. Tem organizado inúmeros debates em torno de livros, autores e leituras, como o Ciclo Com Todas as Letras (na SPA), sessões na Feira do Livro de Lisboa, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo ou o aniversário da Biblioteca Municipal Alexandre O’Neill (Constância). Coordena e apresenta o ciclo mensal Recordar os Esquecidos (na Livraria Almedina do Atrium Saldanha, desde Janeiro de 2015). É programador do festival Livros a Oeste (desde 2012), na Biblioteca Municipal da Lourinhã; dos ciclos anuais Confesso que Li (desde 2015), com a Câmara Municipal de Almada e Viver (com) a Escrita (desde 2014) com a Câmara Municipal de Santiago do Cacém e do Torres de Leitura (2013; Escola Secundária Henriques Nogueira). Concebeu e levou a cabo diversas formações e conferências (com apoio audiovisual), na área da Música e das suas relações com outras formas de expressão, como a Literatura ou o Cinema. Criou e desenvolveu o projecto Literatura – Língua Comum, para o Programa Escolhas (integrado no Alto Comissariado para as Migrações). Integra o Júri do Prémio nacional de Conto Manuel da Fonseca, da Câmara Municipal de Santiago do Cacém (desde 2012).
 

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