Sábado, 19 de Maio de 2018

Exposição "A Floresta" chega a Portugal

Trata-se da primeira exposição itinerante da Fundação ”la Caixa” em Portugal e é um marco da atividade da Fundação em Portugal.

 

A Fundação ”la Caixa” e o BPI, em colaboração com a Câmara Municipal de Coimbra, apresentam a exposição “A Floresta”

 

  • A exposição destaca a Floresta, um dos ecossistemas terrestres com maior biodiversidade no mundo e que conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução.
  • A Península Ibérica é umas das regiões com maior biodiversidade da Europa. Nela estão representadas quase todas as paisagens florestais do continente e é o habitat de um grande número de espécies. 
  • Como funciona uma árvore? Como se forma o húmus? O que é a madeira? Desde as humildes minhocas e aos restantes organismos que vivem no solo até às árvores, as protagonistas principais da floresta, esta exposição faz uma viagem através deste complexo ecossistema e de todas as relações que nele se estabelecem. 
  • A exposição apresenta um percurso pelas principais espécies árboreas da Península Ibérica, a sua ecologia e ligação com o ser humano, através de uma singular coleção. Apresenta cinco exemplares excecionais de árvores de Portugal que por motivos morfológicos, históricos ou culturais são considerados únicos.
  • A Fundação Bancária ”la Caixa”, a primeira fundação em Espanha e uma das mais relevantes a nível internacional, iniciou este ano a implementação da sua ação em Portugal, fruto da entrada do BPI no Grupo CaixaBank.

  

Trata-se da primeira exposição itinerante da Fundação ”la Caixa” em Portugal. Esta mesma exposição, adaptada agora à realidade de Portugal, teve mais de um milhão de visitantes nas várias cidades de Espanha onde esteve presente.

 

A Fundação ”la Caixa”, a primeira em Espanha e uma das mais relevantes a nível internacional, iniciou este ano a implementação da sua ação em Portugal, fruto da entrada do BPI no Grupo CaixaBank.

 

A floresta não é um conjunto de árvores mas sim um complexo ecossistema onde habitam e se relacionam um grande número e variedade de seres vivos. Além de dar abrigo a toda esta biodiversidade, as florestas desempenham uma série de funções ambientais fundamentais para que a vida no planeta seja tal como a conhecemos. Deste modo, a primeira parte da exposição centra-se na organização hierárquica dos diferentes níveis de vida, desde a biosfera até ao nível microscópico. Ao mesmo tempo, é feita uma viagem pelos diferentes elementos que compõem e caracterizam os ecossistemas florestais e as suas dinâmicas naturais, desde o modo como o crescimento das árvores afeta o clima às relações que se estabelecem entre seres vivos, passando pelos diferente componentes e processos que ocorrem no solo da floresta.

 

Grandes protagonistas

Os protagonistas destes ecossistemas são as árvores e a elas é dedicada a segunda parte da exposição. As árvores são seres vivos pluricelulares, vegetais e lenhosos que ocupam o estrato mais elevado da vegetação. É neste âmbito que se explica as partes constituintes de uma árvore, as funções de suporte e de captação das raízes e como se expandem as florestas através das sementes. Também se explicam as diferentes partes que compõem a madeira das árvores e como as alterações climáticas as influenciam.

De facto, através da cronologia das mudanças climáticas mais recentes compreende-se em grande medida a distribuição atual das florestas e das espécies florestais no conjunto do continente europeu e, mais concretamente, na Península Ibérica.

Atualmente, a Península Ibérica tem 21,6 milhões de hectares de floresta, o que corresponde a 36% da sua superfície total, pouco menos de 60 milhões de hectares.

É uma das regiões com mais biodiversidade no continente e com maior área florestal, sendo essa riqueza evidente na grande diversidade de espécies de flora e fauna que habitam as suas florestas. Neste sentido, a exposição apresenta dezoito das espécies mais representativas de toda a Península Ibérica. O público encontrará uma coleção de amostras de diferentes madeiras, folhas e frutos que ajudarão a identificá-los e diferenciá-los uns dos outros, bem como instrumentos e objetos feitos a partir dessas madeiras. Alguns dos elementos expostos são muito comuns no nosso dia-a-dia, outros pertencem a outra época e são um testemunho do nosso recente património cultural e artesanal.

 

Espécies singulares

Mas nem todas as árvores são iguais. Em todas as regiões existem espécies únicas que se destacam do resto e são conhecidas devido a alguma característica relacionada com o seu tamanho, a sua história ou a sua dimensão cultural e tradicional. É o caso dos cinco exemplares excecionais de Portugal representados na exposição “A Floresta”: a Oliveira do Mouchão, em Abrantes, a Castanheira de Vales, em Vila Pouca de Aguiar, o eucalipto da Mata Nacional de Vale de Canas, em Torres do Mondego, a Azinheira do Porto das Covas, em Loulé, e o Assobiador, em Palmela.

Finalmente, na última parte da exposição “Floresta e Ser Humano”, é explicada a evolução dos usos que as florestas tiveram ao longo da história e qual o seu papel na atualidade.

O uso das florestas na Península Ibérica passou por diferentes fases, desde os primeiros colonos pré-históricos ou as primeiras intervenções romanas, até ao início da exploração florestal em larga escala que coincidiu com a época dos descobrimentos e da construção de barcos, uma atividade que modificou para sempre estas paisagens. A partir desse momento, e depois com a revolução industrial, as florestas experimentaram uma intervenção humana cada vez mais intensa. A partir delas foi obtida a madeira para construir e energia na forma de lenha e carvão, bem como muitas outras matérias-primas (cortiça, resinas, etc.). Esta exploração levou a uma redução muito significativa da área das florestas na Península Ibérica, uma tendência que se manteve até meados do século XX. Foi então que o mundo rural e a exploração florestal entraram numa fase de declínio lento e progressivo. A introdução de novas fontes de energia (combustíveis fósseis) para substituir a lenha e o carvão, e o uso de novos materiais de construção em vez de madeira, reduziram a exploração da floresta e a vida e tradições em torno dela. Um abandono que explica que nas últimas décadas a área florestal se tenha multiplicado, por vezes sem uma gestão adequada.

Atualmente, as florestas continuam a fornecer-nos uma grande quantidade de bens de consumo, bem como serviços essenciais ao nosso dia-a-dia, como os produtos certificados presentes na exposição. Garantir a sustentabilidade ambiental e socioeconómica desses produtos e apostar na economia verde é uma alternativa fundamental para preservar as florestas, a sua biodiversidade e importância ecológica. Estes ecossistemas estão atualmente sujeitos a riscos de conservação que os ameaçam global e localmente. Questões como as alterações climáticas, os incêndios florestais ou a desertificação, cujas causas e consequências são importantes conhecer para saber evitá-las. Desta forma, conhecendo, respeitando, conservando e gerindo de forma sustentável todas as funções e benefícios que a floresta nos oferece, estaremos a apostar num futuro melhor para todos.

  

A Floresta
De 10 de maio a 27 de junho de 2018

 

 

Local:

Parque Verde do Mondego

Av. Lousã, Coimbra

 

Horário público:

De segunda-feira a sexta-feira, das 12.30 às 14h e das 17h às 21h

sábados, domingos e feriados, das 11h às 14h e das 17h às 21h

 

Visitas escolares:

Marcação prévia pelo telefone: 211 216 262

 

Visitas guiadas:

De segunda a sexta-feira, às 19 h

Sábados, domingos e feriados, às 12h e 19h

 

Visitas guiadas de grupos:

De segunda a sexta-feira, das 9.30 às 13.30h e das 15h às 17h

 

Entrada gratuita

 

 


publicado por gruponet às 20:00
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AMADORA Município | Agenda Participação gratuita e Entrada livre

20 maio | Recriação histórica do Clã de Carenque

Necrópole de Carenque | 10h00 às 17h00

Será possível "viajar" até há 4000 anos atrás e revisitar o quotidiano das primeiras comunidades agropastoris e perceber como era viver na pré-história.

Participação gratuita | Inscrição prévia

 

22 e 29 maio | Apresentação de livros

Biblioteca Municipal | 18h30

22 maio - Momentos Fortuitos - Miguel Delgado

28 maio - Da gestão, em autarquias - Para Melhorar as Competências em Gestão, dos Eleitos - coordenação de João Ralha

Entrada livre.

 

24 maio | Encontro sobre História ao Fim do Dia

Biblioteca Municipal | 18h30

Subordinado ao tema Trajetórias históricas de Marx e do marxismo.

Entrada livre.

 

26 maio | Passeio Pedestre A Estrada Real

Museu Municipal de Arqueologia | 15h00 às 17h30

Este passeio irá dar a conhecer locais simbólicos que marcaram a História da Amadora.

Participação gratuita | Inscrição prévia


publicado por gruponet às 08:00
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Sexta-feira, 18 de Maio de 2018

VAI HAVER TEMPESTADE NOS “DOMINGUINHOS”

No ateliê de ciência que os “Dominguinhos” apresentam na manhã de 20 de maio, as crianças vão ser convidadas a serem meteorologistas por um dia. Para tal, apenas terão de participar numa pequena mas ilustrativa experiência: criar um tornado numa garrafa. Mas esperemos que não haja mau tempo no MAR Shopping Matosinhos agora que o verão está perto…

 

Os “Dominguinhos” são compostos por diferentes temáticas mensais e surgem da parceria com a Catavento, empresa da incubadora de indústrias criativas da Fundação de Serralves, que se dedica a projetos educativos. Aos domingos, entre as 11h00 e as 12h00, no corredor de Moda Infantil do MAR Shopping Matosinhos, Piso 0, acontece um leque de atividades gratuitas de lazer, numa simbiose perfeita de momentos alegres e educativos.

 

As manhãs didáticas e diferentes querem-se sobretudo divertidas e em família. A Preguiça, a mascote dos “Dominguinhos”, também não fica em casa… Espera todos os domingos de manhã por mais uma brincadeira para partilhar com os seus amiguinhos!


publicado por gruponet às 20:00
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Um mês de concertos de jazz

Com Joana Machado, Mário Laginha, João Hasselberg & Pedro Branco e P.L.I.N.T. - Pablo Lapidusas International Trio as sextas-feiras vão passar a fazer (ainda) mais sentido.

Durante este mês, o CascaiShopping vai ser palco de quatro concertos, em quatro sextas-feiras consecutivas, de grandes nomes do universo do jazz português. Vão ser quatro oportunidades imperdíveis de ouvir algumas das maiores referências deste género musical, em concertos totalmente gratuitos.

 

O arranque destas noites de música com alma está marcado para 18 de maio, com uma atuação de Joana Machado. A cantora apresenta “Lifestories”, o seu mais recente projeto, num concerto intimista e muito especial.

Segue-se, no dia 25, o incontornável Mário Laginha, que trará ao nosso Centro o projeto Mário Laginha Trio, com o qual tem corrido alguns dos mais importantes palcos nacionais, juntamente com Bernardo Moreira, no contrabaixo e Alexandre Frazão na bateria.

A 1 de junho será a vez de João Hasselberg & Pedro Branco, que apresentarão “Venera Veneralis”, e a fechar, no dia 8, mais um trio: P.L.I.N.T. – Pablo Lapidusas International Trio.

Todos os concertos decorrerão no espaço de restauração do nosso Centro, o Cascais Kitchen, entre as 19h30 e as 20h30 aproximadamente. Vai perder esta oportunidade?

 

Fonte: https://www.cascaishopping.pt/lifestyle/articles/concertos-jazz/?utm_source=email&utm_campaign=CCS_EXC_20180515_Chegaram_as_Jazz_Sessions_ao_CascaiShopping!_CCS_na_na&utm_medium=email


publicado por Rui Gil às 13:00
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Dia e Noite dos Museus com 600 atividades em 54 concelhos do país

O programa do Dia Internacional dos Museus, que se celebra hoje, e da Noite Europeia dos Museus, no sábado, vai envolver cerca de 600 atividades em 54 concelhos do país, segundo a Direção-geral do Património Cultural (DGPC).

 

De acordo com este organismo, os dois eventos – de entrada gratuita nos museus, palácios e monumentos tutelados, com algumas exceções – vão envolver um total de 88 espaços museológicos, com mais de 400 iniciativas previstas para o Dia dos Museus e cerca de 200 para a Noite dos Museus.

O Dia Internacional dos Museus foi criado em 1977 pelo ICOM — Conselho Internacional de Museus – com o objetivo de promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos museus, e por esse motivo, a entidade lança todos os anos um tema.

Este ano, o Dia Internacional dos Museus e a Noite Europeia dos Museus celebram-se sob o mote “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”.

A Noite dos Museus é uma iniciativa criada em 2005 pelo Ministério francês da Cultura e da Comunicação, à qual Portugal aderiu posteriormente.

Nesta ocasião, os museus portugueses organizam múltiplas atividades — espetáculos de teatro e dança, concertos, visitas guiadas e encenadas, entre muitas outras -, convidando os visitantes a usufruírem dos seus espaços em período noturno.

Hoje, a entrada é livre no horário normal de funcionamento, exceto nos seguintes casos: no Museu Nacional de Arqueologia, onde a gratuitidade será das 10:00 às 23:00, e no Palácio Nacional de Mafra, das 09:30 às 17:30 (última entrada às 16:45), e das 20:00 às 23:00.

No sábado, a entrada é livre a partir das 18:00, exceto no Museu Nacional dos Coches, em que a gratuitidade será das 10:00 às 24:00 (com última entrada às 23:30).

Neste dia, os seguintes serviços, segundo a DGPC, estarão encerrados após o horário normal de funcionamento: o Convento de Cristo, o Mosteiro da Batalha, o Mosteiro de Alcobaça, o Mosteiro dos Jerónimos, o Museu Monográfico de Conimbriga — Museu Nacional, o Palácio Nacional de Mafra, o Panteão Nacional e a Torre de Belém.

 

Fonte: https://24.sapo.pt/vida/artigos/dia-e-noite-dos-museus-com-600-atividades-em-54-concelhos-do-pais


publicado por Rui Gil às 10:00
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